quinta-feira, 7 de maio de 2020
A análise do
comportamento aplicada, ou ABA (Applied Behavior Analysis, na sigla em
inglês) é uma abordagem da psicologia que é usada para a compreensão do
comportamento e vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com
autismo. As técnicas de modificação comportamental têm se mostrado bastante
eficazes no tratamento, principalmente em casos mais graves de autismo. Para o
analista do comportamento ser terapeuta significa atuar como educador, uma vez
que o tratamento envolve um processo abrangente e estruturado de
ensino-aprendizagem ou reaprendizagem.
O trabalho com
crianças autistas tem por objetivo integrar a criança à comunidade da qual ela
faz parte. Para isso, a intervenção é planejada e executada cuidadosamente,
abrangendo as atividades das crianças em todos os ambientes frequentados por
ela: escola, casa, lazer, etc. Também acompanha-se o trabalho do psiquiatra
(quando existente), pois a comunicação entre diferentes profissionais permitem
um maior conhecimento das habilidades da criança.
Paralelamente ao
trabalho terapêutico, os pais e profissionais que lidam com as crianças devem
receber treinamento em análise do comportamento, tornando-se hábeis
na produção e manutenção de comportamentos adequados e nas técnicas para
redução de frequência dos comportamentos inadequados, além de se tornarem aptos
a avaliar o desenvolvimento da criança passo a passo. Caso a criança frequente
a escola, acompanha-se seu comportamento no ambiente acadêmico, favorecendo uma
mudança mais rápida.
A terapia ABA é utilizada para apoiar as pessoas com autismo em pelo menos seis
maneiras:
Para aumentar
comportamentos (por exemplo, procedimentos de reforço aumentar o comportamento
on-tarefa, ou interações sociais);
Para ensinar
novas habilidades (por exemplo, os procedimentos de instrução e reforço
sistemáticos ensinar habilidades funcionais de vida, habilidades de comunicação
e habilidades sociais);
Para manter
comportamentos (por exemplo, o ensino de procedimentos de autocontrole e
auto-monitoramento para manter e generalizar as habilidades sociais
relacionadas com o trabalho);
Generalizar ou
transferir o comportamento de uma situação ou resposta a outra (por exemplo, de
completar as tarefas em sala de recursos para um desempenho tão bom na sala de
aula regular);
Para
restringir ou condições estreitas sob o qual ocorrem comportamentos interferem
(por exemplo, modificar o ambiente de aprendizagem); e
Para reduzir comportamentos de interferência (por
exemplo, auto-lesão ou estereotipias).
FONTE: https://institutoitard.com.br
domingo, 11 de agosto de 2019
O cuidado à saúde da criança, por meio do acompanhamento do desenvolvimento
infantil nos primeiros anos de vida é tarefa essencial para a promoção à saúde,
prevenção de agravos e a identificação de atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor.
Este acompanhamento nos dá maior garantia de acesso, o mais cedo possível, à
avaliação, diagnóstico diferencial, tratamento e reabilitação, inclusive a estimulação
precoce, das crianças que necessitem de cuidados especializados.
O
desenvolvimento infantil pode ser definido como um processo multidimensional e
integral, que se inicia com a concepção e que engloba o crescimento físico, a
maturação neurológica, o desenvolvimento comportamental, sensorial, cognitivo e
de linguagem, assim como as relações socioafetivas. Tem como efeito tornar a
criança capaz de responder às suas necessidades e as do seu meio, considerando seu
contexto de vida.
Mudanças
estruturantes e produtivas na dinâmica e na interação familiar também provocam
modificações no comportamento da criança, podendo criar condições facilitadoras
para seu desenvolvimento. Nesse sentido, em especial nos casos de crianças de
risco, redes e ações de apoio, como a inserção da criança num Programa de
Estimulação Precoce, são fundamentais para a assistência à família, diminuindo
a ansiedade e o estresse dos cuidadores, uma vez que os mesmos serão amparados
e capacitados para lidar com sua criança, o que pode favorecer interações mais
sincrônicas e recíprocas.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
A Importância da Orientação de Pais na Educação dos Filhos
Pais
que enfrentam problemas na relação com os filhos, principalmente em relação à
educação, normalmente não conseguem passar valores e normas de conduta de forma
adequada, mesmo que façam isso de maneira bem intencionada. É uma situação que
exige bastante diálogo, e que não significa falha dos pais, mas compreende que no
momento necessitam de um apoio profissional para um convívio mais harmonioso,
no qual suas habilidades sejam desenvolvidas dentro da sociedade.
O
papel do psicólogo na orientação dos pais apresenta diferentes objetivos,
dentre eles o ensino de habilidades específicas para criação dos filhos, e o
abandono de práticas e comportamentos relativos à relação entre pais e filho.
O
psicólogo atua corrigindo e prevenindo os erros cometidos na educação dos
filhos, orientando a atitude que deve ser tomada em determinadas
circunstâncias, comportamentos que devem ser reforçados, as medidas que podem
ser tomadas em relação ao problema apresentado, e também procura levar aos pais
todo entendimento da causa e sintoma do problema que a criança apresenta.
A
orientação de pais leva a uma mudança de conduta dos filhos, isso ocorre porque, à medida que uma pessoa toma
conhecimento de sua forma de agir e de quais são as suas conseqüências ela
estará apta a mudar suas ações, ampliando as capacidades de relacionamento.
Alterações positivas na conduta dos pais irão refletir na mudança do
comportamento da criança.
De forma geral, é possível obter mudanças comportamentais
através de técnicas específicas de comportamento, medidas educativas
coercitivas, aplicando e ampliando possibilidades de interação entre pais e
filhos. Alterar atitudes problemáticas, prevenir comportamentos anti-sociais,
estimular a autonomia dos filhos, ter relações sociais mais proveitosas e
ensinar valores, condutas e práticas que levem a criança em direção ao bem
estar físico e emocional.
Assim, as intervenções de um psicólogo capacitam pais a
lidarem com questões que envolvem a educação e criação dos seus filhos, sendo
promovidas situações de aprendizado e construção de um ambiente familiar seguro
e mais feliz, sendo possível modificar a relação entre pais e filhos.
domingo, 4 de agosto de 2019
Relacionamento Interpessoal
EU + VOCÊ= NÓS
É difícil pessoas admitirem que necessitam aperfeiçoar suas
habilidades de relacionamento interpessoal, relacionar se bem com os outros é
mais difícil do que parece, afinal cada um de nós tem um jeito de ser.
Uma das principais características do ser humano é ser
social e necessitar de companhia, reconhecimento e afeto. Isso é evidente tanto
na vida pessoal como no trabalho. Relacionar se bem com todos tornou se característica
fundamental para a sobrevivência profissional de qualquer trabalhador e pode
ser um diferencial na busca de uma oportunidade melhor.
Mas apesar de ser impossível agradar a todos sempre,
precisamos, pelo menos, tornar o convívio social agradável com todos na maior
parte do tempo. Até porque, ninguém consegue viver só, vez ou outra, precisamos
de uma ajuda do colega de serviço, de um carinho do companheiro (a), do filho
(a), ou de um conselho de algum amigo.
Seja qual for o tipo de relacionamento, entre clientes,
chefe, parentes e amigos, existem algumas técnicas de aperfeiçoamento interpessoal. Entre elas temos o desenvolvimento da empatia e
reciprocidade, muito importante para identificar as necessidades do outro.
Outra característica importante é o compartilhamento de sentimentos, idéias e pensamentos, a
duração de um relacionamento, a capacidade de interesse pelas pessoas,
capacidade de elogiar, e até a capacidade de sorrir influencia nossas relações,
tornando possível se aproximar de uma pessoa com mais facilidade, por exemplo.
Dessa forma, existem diversas maneiras de aperfeiçoar o
relacionamento humano, e fazer uma análise em várias perspectivas é importante
para que o modo de agir em um encontro ou relacionamento de longo prazo tenha
mais eficácia e qualidade, de acordo com cada objetivo, pessoal ou profissional.
domingo, 30 de junho de 2019
O que faz um(a) psicólogo(a) educacional?
A psicologia educacional é uma das áreas de atuação do psicólogo(a), na qual se trabalha com formações, programas de intervenção, apoio psicopedagógico, orientação escolar e profissional, aconselhamento parental, avaliação psicológica e consultas de psicologia.
Nos dias atuais existem sérios problemas de evasão escolar, baixo desempenho acadêmico e problemas de comportamento dentro do contexto escolar. O objetivo principal do psicólogo educacional é auxiliar na melhoria da qualidade das atividades educacionais, com foco nos processos de desenvolvimento e aprendizagem. Esse trabalho costuma acontecer dentro de instituições educativas, mas também podem se estender a outros ambientes, como o familiar e social.
O trabalho envolve estratégias educacionais, observando o funcionamento da instituição educativa como um todo. É necessário destacar que os mecanismos de aprendizagem não são exclusivos à infância, mas se prolongam por toda vida. Assim, em certos casos, adolescentes, adultos e até mesmo idosos também podem ser atendidos por psicólogos educacionais.
O trabalho envolve estratégias educacionais, observando o funcionamento da instituição educativa como um todo. É necessário destacar que os mecanismos de aprendizagem não são exclusivos à infância, mas se prolongam por toda vida. Assim, em certos casos, adolescentes, adultos e até mesmo idosos também podem ser atendidos por psicólogos educacionais.
Raspar as tintas com que me pintaram.
Desencaixotar emoções, recuperar sentidos."
Rubem Alves
domingo, 26 de maio de 2019
AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DO
ESPECTRO AUTISTA (TEA)
O
autismo é um transtorno do desenvolvimento humano, caracterizado por
dificuldades na área da linguagem, comportamentos estereotipados e repetitivos
e inadaptação no relacionamento interpessoal.
Ainda
existem divergências de estudos em relação a vários aspectos do autismo, visto
que ainda não se chegou a uma causa específica e que sua manifestação varia de
indivíduo para indivíduo, seu diagnóstico por vezes é difícil e causa dúvidas e
sofrimento na família.
Atualmente
o número de diagnóstico de autismo cresceu e cada vez mais, pais e
profissionais buscam preparo e informações para lidarem da melhor maneira com
as pessoas acometidas com o transtorno. A primeira dificuldade que é enfrentada
diz respeito ao diagnóstico, como ele é feito, que instrumentos são usados,
quais são os sinais de alerta e qual profissional procurar, são dúvidas que os
pais encontram quando decidem procurar ajuda.
O
processo de avaliação e diagnóstico do transtorno do espectro autista é
complexo, devido a grande diversidade de manifestação e também da variedade de
ocorrência de sintomas. Além disso, o perfil de desenvolvimento de cada
criança e as comorbidades presentes diferem em cada caso, explicam Silva
e Mulick (2009).
As autoras descrevem alguns componentes essenciais para a avaliação:
Identificação
de sinais de risco. Mesmo que o profissional não seja especialista, mas
trabalhe com a população infantil, é necessário reconhecer os sintomas
centrais, e posteriormente encaminhar a criança para uma avaliação mais
rigorosa e por uma equipe interdisciplinar especializada.
Entrevista
clínica inicial com os pais ou responsáveis. Elemento fundamental no processo
de avaliação, no qual informações importantes podem ser obtidas, entre elas a
história social e familiar da criança (dinâmica familiar, aprendizado), história
médica da criança (problemas mentais, médicos, gravidez, parto, primeira
infância, marcos do desenvolvimento, hospitalizações, exposição a tóxicos,
infecções, problemas significativos para a saúde etc).
Instrumentos
auxiliares no diagnóstico. Atualmente existem vários instrumentos que auxiliam
o diagnóstico de sintomas do autismo, mas os resultados de qualquer um desses
instrumentos não devem ser utilizados como determinantes de um
diagnóstico.
Avaliação
médica. O diagnóstico é estabelecido com base em critérios comportamentais,
entretanto as avaliações médicas são imprescindíveis para um diagnóstico
diferencial, pois a mesma investiga comorbidades, distúrbios de ordem
neurológica, metabólica e genética. Outras condições são investigadas, como
problemas sensoriais (visão, audição), linguagem (dispraxia verbal, disartria,
apraxia), assim como problemas alimentares e de sono.
Avaliação
psicológica. Um dos elementos principais da avaliação, pois fornece informações
detalhadas acerca do funcionamento cognitivo e adaptativo da criança, essencial
para um plano de intervenção individualizado. De acordo com a faixa etária,
diferentes testes são utilizados para uma mensuração de habilidades específicas
que apresentam, e em que áreas de funcionamento exibem dificuldades.
Por
último, conforme Silva e Mulick (2009), é realizado o encaminhamento para
outros profissionais e para intervenções apropriadas, nesse momento determina
se algum encaminhamento ainda se faz necessário, incluindo terapeutas
ocupacionais, fonoaudiólogos, geneticistas, e também a família é encaminhada
para programas educacionais específicos, como de intervenção comportamental
intensiva, treinamento de pais voltado para a eliminação de problemas de
comportamento da criança. Assim, as avaliações psicológicas anualmente são
recomendadas, para monitorar o progresso da criança e revisar o programa de
intervenção recebido por ela.
A
avaliação é o primeiro passo desse processo, que sempre causa de alguma maneira
sofrimento em ambas as partes. Fica evidente que uma avaliação eficiente
diminui a dor e alcança melhores resultados na vida do autista. Ela deve ser
feita sempre que necessário, buscando sempre compreender o autismo e facilitar
seu aprendizado.
REFERÊNCIAS
SILVA, M.;MULICK, J. A.. Diagnosticando o transtorno
autista: aspectos fundamentais e considerações práticas. Psicol.
cienc. prof. [online]. 2009, vol.29, n.1, pp.116-131. ISSN
1414-9893. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932009000100010.
Acesso em 8 de agosto de 2018.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Atendimento Online: Saiba um pouco mais sobre ele.
O atendimento
online é uma modalidade cada vez mais em expansão, em alguns países é mais
comum ouvir falar sobre esta forma de terapia, pois atualmente, devido ao
grande fluxo urbano e desenvolvimento das cidades, pessoas costumam optar pela
comodidade de seu tratamento ou desenvolvimento pessoal, encontrando-o na
própria rede virtual.
Trata-se de uma abordagem equivalente a psicoterapia presencial. Desde
novembro de 2018 o atendimento online é permitido pelo Conselho Federal de
Psicologia sem limite de sessões. Conforme as normas do Conselho
Federal de Psicologia, o sigilo e conselho de ética serão sempre
respeitados. Quando
menor de idade é necessário que o/a responsável autorize, e quanto a forma do
atendimento online, esta varia de acordo com o profissional e/ou cliente,
podendo ser via áudio ou vídeo. É possível encontrar a lista de psicólogos
credenciados para exercer esta atividade no site do Conselho Federal de Psicologia. Os honorários são correspondentes aos
valores da consulta da categoria profissional, pagos antecipadamente por
transferência bancária.
É importante ressaltar que o
atendimento online não é o mais indicado em casos graves, no qual é indicado
que a pessoa procure o serviço psicológico presencial o mais rápido possível.
CUIDADOS E MEDIDAS QUE GARANTEM
UMA BOA CONSULTA
CUIDADOS E MEDIDAS QUE GARANTEM
UMA BOA CONSULTA
O
profissional: Certifique-se de que
ele está registrado no Cadastro Nacional de Psicólogos. Pesquise pelo nome
completo ou número no conselho.
O meio: Por
segurança, evite locais públicos, como cafés, bibliotecas ou coworkings. Use,
se possível, computador ou celular pessoal.
A internet: Para
evitar que o sinal caia durante a sessão, invista em um provedor de qualidade.
Também instale um antivírus.
O
local: No dia e horário marcados,
procure um ambiente privado e tranqüilo. Evite ser interrompido durante a
sessão.
Abaixo estão os links para quem
desejar obter maiores informações sobre o Código de Ética profissional do
psicólogo (a), sobre o Código de Ética do Atendimento Online e sobre o Conselho
Regional de Psicologia de Minas Gerais.
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Psicóloga clínica, pós graduada em Educação e Autismo. Capacitação Método ABA. Autora do livro A Arteterapia no Tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Profissionalmente, possui experiência na área clínica, institucional e organizacional.
ATENDIMENTO CLÍNICO
O funcionamento psíquico baseia-se em uma complexa interação de fatores
biológicos, psicológicos e sociais. É importante saber que certas crises
do desenvolvimento, acompanhadas por ansiedade, incerteza e estresse, estão
dentro de uma perspectiva normal, não caracterizando como uma doença mental.
Cresce consideravelmente o número de pessoas que busca a psicoterapia na
tentativa de resolver dificuldades e alargar possibilidades de viver no mundo
atual, já que há um estado permanente de mudanças fazendo com que se sintam
inseguras, amedrontadas e sozinhas e a psicoterapia se estabelece como mais uma
possibilidade capaz de transformação individual e social. Assim, a psicoterapia
representa ser um forte instrumento de mudança.
ATENDIMENTO PRESENCIAL
Existem diversas modalidades de atendimento, no qual cada uma específica
algum público ou forma de psicoterapia, como em grupo ou individual.
Terapia Individual
Objetiva ajudar o cliente a eliminar o sofrimento pelo qual está
passando, resolvendo o conflito em que se vê envolvido, e dando condições para
que obtenha crescimento pessoal e desenvolvimento progressivo de sua autonomia,
aprendendo a lidar melhor com suas emoções e momentos difíceis.
Terapia de Grupo
A terapia de grupo permite que aos pacientes interajam e troquem experiências com pessoas que estão vivendo situações iguais ou semelhantes às suas. Cada sessão de terapia de grupo geralmente tem o valor mais baixo que a terapia individual, o que torna a terapia acessível a um maior número de pessoas.
Os grupos podem ser livres ou temático. Nos grupos livres, as questões, problemas e interesses variam de pessoa
para pessoa. Nos grupos temáticos, as questões são específicas como, por
exemplo,obesidade, álcool, drogas, depressão, terceira idade, gravidez, luto e
etc..
Ludoterapia
Ludoterapia é uma técnica psicoterápica de abordagem infantil que
se baseia no fato de que o brincar é um meio natural de
auto-expressão da criança.
Durante as sessões de ludoterapia é dada a oportunidade para a criança
libertar os seus sentimentos e problemas através da brincadeira. Como a terapia
dos adultos, onde ele resolve os problemas através da fala, entretanto, na
ludoterapia a criança tem o brinquedo e a brincadeira para exprimir os
seus sentimentos. A ludoterapia poder ser feita individualmente ou em grupo.
Arteterapia
Na prática, a arteterapia consiste do uso de recursos artísticos ou
expressivos como elemento terapêutico. A arte criada na sessão terapêutica pode
ser explorada com foco no processo criativo, no fazer, ou na
análise/investigação de sua simbologia.
Variados autores definiram a arteterapia, todos com conceitos
semelhantes no que diz respeito à auto-expressão. Segundo a Associação
Brasileira de Arteterapia, é um modo de trabalhar utilizando a linguagem
artística como base da comunicação cliente-profissional, em prol da saúde.
Psicopedagogia
A psicopedagogia é uma composição de dois saberes, a psicologia e a
pedagogia. Ela atua na área da Educação (Institucional) e Saúde (Clínica) e
estuda o processo de aprendizagem humana.
Na modalidade de psicopedagogia clínica, o profissional atua como um facilitador
da aprendizagem, orientando e ensinando a estudar, fazendo o diagnóstico do
problema já instalado e prevenindo problemas de aprendizagem.
ATENDIMENTO
ONLINE
O atendimento online é regularizado pelo Conselho Federal de Psicologia, e atende as normas e diretrizes do Conselho, respeitando o código de ética profissional da categoria.
Para maiores informações sobre o atendimento online
acesse: Atendimento Online .
CONSULTORIA
O serviço de Consultoria em Psicologia desenvolve projetos que propõem
intervenções, por meio de atividades grupais e/ou individuais, com o intuito de
melhorar a qualidade de vida, saúde mental e social, a partir do trabalho da
psicologia nas escolas, no meio social e particular.
·
Palestras;
·
Acompanhamento no processo de
ensino-aprendizagem;
·
Grupo de orientação aos pais;
·
Grupo de orientação aos professores;
·
Trabalhar com grupos de alunos;
·
Acompanhamento na educação inclusiva;
·
Orientação profissional e/ou
vocacional.











